30 de abril de 2013

Pedro Laça: Vitória nas 2RM no Rally do Oeste


Pedro Lança e Ricardo Batista levaram o Citroen Saxo a um excelente segundo posto da geral e á vitória nas Duas Rodas Motrizes no Rally do Oeste, prova de abertura do Critério de Ralis do Centro e que marcou o regresso dos ralis ao mítico troço de Montejunto.

Pedro Lança começou por dizer que este “foi um rali espectacular! Passar por sítios que estava habituado a ver na televisão nos anos 90 no Rali de Portugal, foi sem dúvida uma grande emoção e ainda para mais com o troço repleto de público”.

O piloto de Sines que é apoiado por TransmissãoSado parceiro Movicontrol, ENI, Jonnesway Ferramentas, OTAR, Setrova e Jorge Amortecedores contou ainda que começou “bem o rali, apesar do primeiro troço estar um pouco escorregadio. O ponto alto foi sem dúvida as passagens pelo Montejunto, sempre muito rápido e espectacular, e que apesar de subir muito, deu muito prazer de condução com o público sempre a puxar por nós. O carro esteve sempre bem, não tivemos qualquer problema, conseguimos andar como queríamos e obtivemos mais um bom resultado”

A correr praticamente em casa, o navegador alenquerense Ricardo Batista referiu que “a possibilidade de passar em prova pelo troço de Montejunto foi o concretizar de um sonho de miúdo. Foi aqui que aos meus cinco anos nasceu a minha grande paixão pelos ralis e poder fazer este troço com tantos amigos na beira da estrada foi uma sensação fantástica. A prova correu-nos muitíssimo bem e o segundo lugar da geral e primeiro entre os duas rodas motrizes é um prémio para o andamento que demonstrámos desde o princípio”.

Para finalizar, o alenquerense quis deixar em nome da equipa, “um agradecimento ao Montejunto Rally Clube pela reedição do troço de Montejunto e os parabéns pela fantástica prova que colocaram na estrada, assim como ao público que ocorreu às especiais em grande número que que comprova que a zona Oeste é uma zona de muitos apaixonados dos ralis”.

O Rally do Oeste acabou por ser vencido por Carlos Valentim e Luis Ribeiro em Ford Escort Cosworth, com a dupla Pedro Lança/Ricardo Batista a completar a prova com um excelente segundo posto absoluto, tendo vencido todos os troços entre os duas rodas motrizes.

Amazing Team testa asfalto em Santo Tirso

 A equipa AMAzing Team que tripula um Fiat Punto HGT no Campeonato de Portugal de Ralis 2013, irá marcar presença no Rally Santo Thyrso Convida 2013 com o objetivo de testar o carro para a próxima prova pontuável para o CPR, o Rally Cidade de Guimarães.
Depois da fase de terra a passagem para asfalto exige novas afinações e evoluções para que tudo esteja em conformidade para obter os objetivos na próxima prova.

Para Rui Raimundo, o Rally Santo Thyrso será exigente “Temos o objetivo de rodar, testar as novas afinações mecânicas e evoluções, criar um maior entrosamento entre o piloto e navegador,visto que só fizemos um rali em conjunto, testar a nova mistura de pneus que vamos utilizar na fase de asfalto do CPR2 e preparar o próximo Rally Cidade de Guimarães, não sendo o resultado, neste rali, de todo relevante”

Para Marco Reis os objetivos são mais tranquilos, “Não conheço este rali, mas pelas informações que recolhi, é uma prova que se assemelha muito ao que vamos encontrar em Guimarães. Trata-se de um rali rápido, de bom piso, e onde podemos exigir mais de nós e do carro. Acima de tudo, quero aprender, fazer quilómetros,consecutivamente ganhar mais experiência e divertir-me”.

A equipa éapoiada pela Optimus, Cepsa, Fiat Professional, Auto-Rabal, AMAZING-Publicidade e Comunicação, YZYCar, é assistida pela Monteiro’sCompetições, tem o objetivo de divulgar o projeto AMA –Associação Amigos do Autismo e principalmente angariar fundos paraa construção de um novo edifício que está orçamentado em 3,5milhões de euros e que vai apoiar dezenas de crianças e jovens comautismo.

28 de abril de 2013

O Campeão Nacional em Título participou em Mitsubishi

 
Inicialmente Pedro Salvador tinha programado iniciar a época na Falperra, mas um convite por parte da C.A.M. fez com que o Campeão Nacional em título começasse o Campeonato de Portugal de Montanha um pouco mais cedo.

Foi de Mitsubishi Lancer Evo VI e voltou com um sexto lugar à geral, segundo na Categoria 1. Posto desta forma, até parece fácil, mas não foi. Martine Pereira e Joaquim Teixeira exerceram pressão, tendo inclusive o piloto do Alfa-Romeo 156, batido Pedro Salvador na primeira subida de treinos.

No final Salvador levou a melhor, numa luta em que cada segundo era importante e afirmava que “correu melhor que o esperado e carro portou-se muito bem, apesar do setup não estar perfeito. Foi uma rampa disputada em ritmo de uma aprendizagem tranquila e segura, sempre com margem, mas com os tempos a baixarem sucessivamente”.

“O resultado final foi fantástico e superou as expectativas. Foi um excelente treino para ganhar ritmo competitivo para a Falperra”, onde Pedro Salvador vai estrear o Wolf, com que vai disputar a restante época.

Pedro Salvador é apoiado por Cafés Meltino e SEUR Transportes.

Mais informação em: http://www.cpl3.com/media-center/12-pedro-salvador--

Agradecemos desde já a atenção prestada, assim como a divulgação da informação enviada em anexo.
Para mais pormenores rogamos o contacto para media@cpl3.com
Ou mais informação em www.cpl3.com
www.facebook.com/completamente.lda

Bernardo Sá Nogueira com pódio no regresso

Bernardo Sá Nogueira protagonizou um regresso a tempo inteiro à competição notável, assegurando um lugar no pódio no Grupo P e na Classe 2 da Categoria 1 na Rampa da Penha, a primeira ronda do Campeonato de Portugal de Montanha.

O piloto de Santarém sabia que teria uma prova de estreia na competição difícil, dada a sua falta de contacto com o Renault Clio RS2000 que tripulará este ano, mas com uma abordagem analítica e consistente, foi evoluindo progressivamente.

Com uma adaptação gradual à sua montada, evoluindo metodicamente o comportamento do carro francês, Bernardo Sá Nogueira assegurou o sétimo posto entre os dezassete concorrentes da Categoria 1, o que lhe permitiu terminar no terceiro lugar do Grupo P e na mesma posição da Classe 2. “Apesar de ter pouco ritmo, a prova correu-me bem e fui conseguindo evoluir ao longo do dia, realizando tempos muito competitivos nas subidas de prova, o que me deixou bastante satisfeito. No campo técnico fui desenvolvendo o carro até encontrar as melhores afinações e penso que também nesta vertente o balanço é positivo. No entanto, julgo que temos ainda algum trabalho pela frente, dado que o rapport da caixa é demasiado longo e também noutros aspectos podemos melhorar”, sublinhou o piloto que já subiu ao pódio em palcos como Daytona.

Os resultados de hoje deixam Bernardo Sá Nogueira satisfeito e entusiasmado, uma vez que alcançou o pódio logo na primeira prova e está confiante de que poderá continuar a evoluir durante a restante temporada. “Julgo que o resultado de hoje é muito positivo, terminar no sétimo posto da categoria e entre os três melhores da grupo e da classe, é algo que eu não esperava. Foi uma boa forma de iniciar o campeonato e mostra que poderemos ter uma palavra a dizer no desfecho das provas daqui para a frente. Hoje era difícil poder fazer melhor, mas acredito que no futuro podemos progredir, dado que tanto eu como o carro temos ainda margem de progressão”, assegurou o vencedor da Porsche Privateers World Cup 2001 que acrescentou: “gostaria que agradecer à REMAX Portugal e à sua rede de lojas pelo seu imprescindível apoio, sem ele estes resultados não seriam possíveis”.

A próxima etapa do Campeonato de Portugal de Montanha é a mítica Rampa Falperra, a disputar nos próximos dias 11 e 12 de Maio, onde Bernardo Sá Nogueira espera poder sedimentar a sua posição na competição.

RICARDO MOURA SOBE AO PÓDIO NOS AÇORES


ESTREIA FANTÁSTICA DO SKODA FABIA S 2000

Um trabalho de equipa perfeito resultou no 3º lugar


Não se podia pedir mais na estreia ao volante de um novo carro. Ricardo Moura adaptou-se de forma rápida à condução do Skoda Fabia S 2000 e rolou sempre com o pódio como alvo. O Bicampeão de Portugal de Ralis mostrou sempre um andamento muito eficaz, e gradualmente foi ganhando a confiança necessária para tirar cada vez mais partido de um carro que se mostrou sempre muito competitivo. Em pouco tempo assistiu-se a um trabalho de equipa perfeito que teve como propósito a conquista de um resultado muito positivo no Sata Rallye Açores, por parte de Ricardo Moura e Sancho Eiró, ao chegarem ao 3º lugar final.

“Estou muito feliz, pois a nossa missão foi levada até ao fim. Quero deixar um agradecimento a toda a equipa, que desde o Rali de Portugal realizou um trabalho notável. Esta é na verdade, uma sensação excelente!

Esta adaptação à condução do Skoda Fabia foi feita em condições difíceis, e tivemos de a fazer de degrau em degrau. Quando conseguimos ter o carro na mão, tudo se tornou mais fácil e demonstrámos um andamento interessante. Nunca pensei ser impossível estar no pódio, mas este resultado final, ainda por cima no Sata Rallye Açores, é na verdade muito positivo”, concluiu, visivelmente satisfeito, Ricardo Moura.

Ao lado do Bicampeão de Portugal de Ralis, a ARC Sport volta a conquistar um excelente resultado, através de um trabalho de equipa perfeito.

“Estamos evidentemente muito felizes por termos conseguido este resultado. Uma vez mais o Ricardo demonstrou ser um grande piloto, ao conseguir uma fabulosa adaptação à condução do novo carro, que é uma mais valia para a sua futura carreira desportiva. Quero deixar os parabéns a piloto e navegador, bem como a toda a nossa equipa”, declarou Augusto Ramiro.

Ricardo Moura e Sancho Eiró levaram o novo Skoda Fabia S 2000 a um excelente 3º lugar do pódio no Sata Rallye Açores, um resultado que deixa orgulhosa a equipa de Aguiar da Beira.

Tiago Reis venceu rapidinho na Penha

Foto: Nuno Pimenta

Tiago Reis ditou a lei ao volante do Norma M20F, tendo levado a melhor sobre Paulo Ramalho que regressou à Penha com o Juno CN09. António Nogueira completou o pódio da geral, tendo levado o Porsche 911 GT2 à vitória na Categoria Um.

José Pedro Gomes venceu entre os clássicos da Categoria 3, pela margem de oito décimos de segundo, após aquela que foi a luta do dia. Já na Categoria 4, José Artur Teixeira teve uma vitória descansada.

A Rampa da Penha marcou o arranque do Campeonato de Portugal de Montanha 2013 e foi organizada pelo Demoporto – Clube de Desportos Motorizados do Porto.

27 de abril de 2013

Kopecky vence SATA Rally Açores

Jan Kopecky venceu a 48º edição do SATA Rally Açores prova pontuavel para o ERC e a Taça de Ouro. Kopecky ficou lider do rali após o capotanço de Robert Kubica que era o lider da prova, na segunda posição ficou Craig Breen que resistiu aos ataques de Ricardo Moura que ficou na terceira posição. Ricardo Moura estreava no SATA um carro diferente do seu habitual, um Skoda Fabia S2000 bem mais competitivo que o Evo IX, que já lhe permitia lutar pela vitória á geral.
Bruno Magalhães foi o segundo melhor Português, ficando na 4º posição da geral, o terceiro melhor português foi Luis Miguel Rego, seguido por Miguel J. Barbosa e Luis Mota.
Bernardo Sousa e Hugo Magalhães estavam a fazer uma excelente prova aos comandos do Fiesta RRC mas devido a uma saida de estrada viram-se obrigados a desistir, o mesmo se passou com Diogo Gago e Jorge Carvalho na ultima especial do dia.

Classificação Geral:

BERNARDO SOUSA BRILHOU APESAR DA DESISTÊNCIA NOS AÇORES

Depois do excelente ritmo demonstrado na estreia do Ford Fiesta RRC, Bernardo Sousa e Hugo Magalhães enfrentavam a primeira especial do dia, quando o carro escorregou um pouco mais, no meio do muito nevoeiro que se abateu sobre a classificativa do Planalto dos Graminhais, sendo que as tentativas de recolocar o carro no percurso não tiveram sucesso pois ficou preso na muita lama e musgo no local.

A dupla de pilotos Portugueses ocupava a quinta posição da geral, e eram segundos entre os concorrentes do Nacional de Ralis.

No final o piloto afirmou que “estava muito nevoeiro e quando entrei na curva, alarguei a trajectória pois pareceu-me que teria atingido o ponto de referência, mas como o carro ficou logo preso, não foi possível continuar, mesmo sem quaisquer danos aparentes. Foi pena pois com todo o apoio e carinho que recebemos desde o público e até de outras equipas, gostaria de lhes ter dado outro prémio final. Enfrentamos um rali exigente, com um carro novo, no qual fizemos desde logo um bom trabalho de adaptação, e eu e o Hugo Magalhães estamos cada vez mais em sintonia.”

O piloto aborda já de forma positiva restante campeonato, pois conforme referiu: “temos novos apoios que nos permitem pensar no futuro com bastante optimismo, e como tal, vamos continuar a trabalhar e lutar pelo título no CPR. Agradeço ao muito público presente e a todos os que nos apoiam, e contem connosco no próximo rali na luta pelos primeiros lugares como sempre fazemos.”

O Campeonato de Portugal de Ralis regressará a 17 e 18 de Maio, com o Rali Cidade de Guimarães / Targa Clube.

26 de abril de 2013

BERNARDO SOUSA MANTÉM TUDO EM ABERTO NO RALI DOS AÇORES

Bernardo Sousa e Hugo Magalhães já terminaram a etapa de hoje do SATA Rallye dos Açores, mantendo a quinta posição da geral absoluta, mesmo apesar dos problemas com que se debateram no início do dia de hoje.

Nas duas primeiras especiais do dia, a dupla de pilotos Portuguesa perdeu bastante tempo, ficando a mais de um minuto do líder da prova, mas depois de resolvidos os problemas, na classificativa seguinte rodaram já ao nível dos melhores, mesmo tendo furado a meio do percurso.

Mas seria na especial das SETE CIDADES, a maior do dia com 24 quilómetros, que Bernardo Sousa acabaria por brilhar, tendo vencido pela primeira vez nesta prova com “apenas” 22,9 segundos de vantagem sobre o mais directo adversário, tendo recuperado aqui grande parte do tempo perdido no início do dia, arriscando e tirando partido da chuva e nevoeiro que se abateram sobre a especial e que levaram muitas equipas a reduzir o ritmo.

Bernardo sousa venceu ainda à geral a classificativa seguinte, e quando a expectativa era elevada em relação à segunda passagem na especial das SETE CIDADES, onde se preparava para voltar a atacar, a organização acabou por cancelar a mesma devido ao agravamento do mau tempo.

Bernardo Sousa afirmou no final do dia que “foi um dia complicado pois misturamos momentos bons e maus. Foi complicado arrancar para a etapa com o carro a não corresponder, mas quando tudo se resolveu, foi excelente perceber que quando forçamos o andamento, ninguém nos acompanhou e conseguimos deixar a nossa marca.”

“Foi pena o cancelamento da última especial, mas dadas as condições foi uma decisão acertada. Estávamos motivados para terminar novamente o dia ao ataque, mas amanhã também é dia e teremos oportunidade de encurtar a distância para os homens da frente e vamos tentar chegar ao pódio da geral no rali.”

No Nacional de Ralis a equipa ocupa igualmente a segunda posição, tal como ontem, e são a única equipa nacional a registar vitórias à geral nesta prova, e para além de Kubica, Bernardo foi o único a conseguir vencer uma especial por mais de uma vez neste rali.

Amanhã desenrola-se a última etapa deste SATA Rally dos Açores, com mais 7 especiais de classificação com 11 quilómetros por disputar.

25 de abril de 2013

O que vai haver de novo na Montanha?

Joaquim Teixeira é desde o passado dia 2 de Fevereiro o Presidente da Associação Portuguesa de Pilotos de Automóvel de Montanha.
Desde sempre um entusiasta do desporto motorizado, recorda com saudade as primeiras corridas a que assistiu, em Vila Real. Desde aí os automóveis foram uma paixão que cresceu e não mais o abandonou.
Actualmente aposta na Montanha, onde encontra uma competição muito interessante, que proporciona boas corridas e, sobretudo, tem um óptimo ambiente, que o cativa ainda mais.
Em 2013 a associação reforça a aposta na promoção e pretende que a visibilidade do Campeonato seja a maior de sempre.

- Joaquim Teixeira, a época passada foi um momento de viragem para a montanha, como nasceu a associação e porquê?
A APPAM nasceu da vontade de um grupo de pilotos que disputam o CPM, e que resolveu marcar uma reunião no inicio de 2012 na cidade do Porto. A  adesão foi grande e a partir desse momento iniciou-se todo o processo administrativo, com a elaboração dos estatutos, a sua publicação e registo da APPAM onde tenho de ressalvar a importante colaboração do Presidente da Assembleia Geral o Fernando Diniz, que praticamente foi o obreiro dos estatutos e tudo o que foi regulamentado. Nesse momento aconteceu a eleição dos primeiros órgãos sociais, sendo a direcção presidida pelo Nuno Guimarães, sendo eu e o Francisco Marrão os vice-presidentes; o João Guimarães e o Paulo Ramalho, respectivamente tesoureiro e secretário completavam os órgão sociais. 
A Associação nasceu porque os pilotos sentiram a necessidade de se unir e entenderam que estava na hora de criar uma instituição que lhes desse força e os pudesse representar com mais peso, junto das organizações das provas e da FPAK. A rapidez de todo o processo só foi possível devido à grande união e amizade existente entre todos os pilotos do Campeonato de Portugal de Montanha (CPM).

- O balanço de 2012 foi, portanto, claramente positivo. Houve um esforço na comunicação e houve maior exposição do campeonato. Quais os principais factores para que assim fosse?
Realmente uma das primeiras medidas encontradas para dinamizar e divulgar o CPM, e neste momento achamos que foi uma boa iniciativa com custos razoáveis, foi a criação do site “ www.campeonatomontanha.pt” dedicado a este campeonato, o que nos permitiu divulgar e dar a conhecer ao público quais carros e sobretudo os homens que os conduzem. Assim passamos a poder dispor de um meio que nos permite comunicar o objectivos de piloto, os patrocinadores, as equipas, os resultados, calendários e todos os assuntos relacionados com o CPM 2012.
Tais resultados só foram possíveis devido ao excelente trabalho do nosso parceiro na criação do site de 2012 a GIGARTE.
No entanto achamos que só essa medida não nos dava o retorno e a divulgação pretendida. Assim decidimos fazer uma parceria com a SPORTV, a quem cedemos um espaços em todas os carros dos nossos associados e em contrapartida este canal de televisão garantiu a transmissão de uma reportagem com imagens de todas as provas do CPM. Na Sport TV encontramos um parceiro a quem desde já agradecemos toda a contribuição que nos deram em 2012 com essa cobertura televisiva, muito profissional e exemplar.
Em 2012 também iniciamos o contacto directo com os clubes organizadores de provas, a quem apresentamos as nossas ideias para alterar alguns aspectos que considerávamos menos correctos, mas sempre com a intenção de garantir a defesa do CPM, mas principalmente dos nossos associados, os pilotos.
Em algumas situações não foi um diálogo fácil, porque tínhamos de negociar verbas de inscrição e implementação de medidas de segurança, de conforto e condições de trabalho ao nível de assistências consagradas nos cadernos de encargos, que nem sempre eram cumpridas pelos clubes. Mas como estávamos unidos e estávamos mandatados para tomar as posições que melhor defendessem os interesses dos pilotos e das equipas, em alguns casos tivemos de ser intransigentes e impor posições nem sempre fáceis. Um dos factores que contribuiu para termos um mão peso negocial foi o facto das inscrições nas provas passaram a ser feitas pela APPAM e não pelos pilotos individualmente, o que nos deu mais força na hora das negociações com os clubes, pois estes perceberam que sem os associados da APPAM as provas de montanha não se realizavam, porque como já disse em 2012 já tínhamos 34 associados na APPAM.

- 2013 é um ano de mudanças, não é verdade? Há todo um trabalho que vem do ano passado e se concretiza nesta época, é assim?
Realmente 2013 é um ponto de viragem em todo este projecto, começamos por reunir com o senhor Pinto de Freitas, presidente da FPAK, a quem apresentamos as nossas ideias sobre o regulamento desportivo e as propostas que tínhamos para uma melhor promoção do CPM.
Essa reunião com a FPAK foi muito produtiva, porque pela primeira vez sentimos da parte da Federação total abertura e uma grande vontade de dialogar com a APPAM, para se encontrarem as melhores soluções para o CPM 2013.
Foi com agrado que no seguimento dessa reunião voltamos a reunir com o Sr. Castanheira e com o Sr. David Cabral por indicação do presidente da FPAK e conseguimos todos num diálogo salutar e honesto criar um regulamento desportivo que na nossa opinião é mais justo e competitivo para todos, e onde constam a quase totalidade das nossas propostas. Esta união de esforços entre a APPAM e a FPAK foi bem demonstrativa de que o objectivo era comum e o principal era a intenção de reformular os regulamentos de modo a tornar o CPM mais competitivo e mais atractivo para todos os que pretendam participar. 
Também este ano procuramos desenvolver algumas ideias de promoção, e caso apareça um patrocinador temos condições para desenvolver um projecto muito dinâmico e atractivo e com grande retorno para esse patrocinador principal, para os clubes organizadores, pilotos, equipas, e por inerência para todos os patrocinadores dos pilotos, em resumo para todo o CPM.
Sabíamos que não iria ser fácil e por isso tivemos o cuidado de escolher como parceiro para este projecto de promoção a empresa COMPLETA MENTE, que com a sua experiencia, credibilidade e capacidade profissional demonstrada ao longo da sua existência, é para nós uma garantia de sucesso e profissionalismo que nos garante a melhor implementação deste projecto de promoção do CPM 2013. Este projecto, posso dizer que o podemos considerar revolucionário e inovador, comparado com o que tem sido o CPM ao longo dos anos.

- O que vai acontecer de novo em 2013?
Este ano existem grandes alterações e como grande inovação temos a abertura á participação de pilotos a partir dos 16 anos, e em alguns grupos isso pode ser feiro com uma licença regional, neste regulamento cabem todo o tipo de viaturas que existam.
Outra novidade é desaparecimento do campeão à geral dos clássicos, porque passa a haver o campeão de viaturas clássicas em função do seu período, H65; H71; H75; H81; H85; H90, o que se torna mais motivante porque estão em competição viaturas idênticas e não o David contra o Golias como acontecia quando só existia o campeão à geral, que normalmente era a mais potente e os restantes eram meros concorrentes sem qualquer hipótese de lutar pelo titulo.
Passa a haver o Troféu Nacional Promoção de Montanha 1300cc, o Troféu Nacional de Baixa Cilindrada de Clássicos, e o Troféu Nacional de Clássicos (Montanha). A Categoria 4 passa a ter dois grupos, o Grupo 5 e o Grupo BM, onde cabem todas as viaturas clássicas alteradas em relação às originais.
Na Categoria 1 passa a existir pontuação na classificação do grupo que vai ajudar a nivelar a classificação da categoria entre viaturas menos e as mais potentes.
O número mínimo de participantes na Categoria 3 em todos os seus períodos, e troféus 1300cc, incluindo o de Promoção, baixou para três em cada período de cada uma e caso não existam, aplica-se a fórmula da percentagem existente. Na categoria 4 não é necessário número mínimo de participantes.
Passa existir atribuição de prémios em todas as categorias, troféus e na absoluta prémios até ao 5º classificado.
Outra novidade é a estrutura do campeonato, que mantém oito provas mas passam a contar os melhores seis resultados, o que impede um piloto que nunca ganhou uma prova mas participou em todas de ser campeão por assiduidade, e porque os outros sofreram percalços em algumas provas.
Desapareceu e bem a prova em Espanha e passa a existir novamente a Rampa Serra da Estrela.
Por fim, pela primeira vez, a FPAK aconselha aos clubes a adoptarem uma taxa máxima de inscrição de 200€, o que nos apraz registar porque tem sido um dos grandes entraves a uma maior participação e isso tem sido bem visível nas provas que integram os rali sprint. Estamos perante um grande número de potenciais participantes que só não integram o CPM devido a terem inscrições mais baixas; ora, se foram semelhantes preferem fazer parte do CPM.

- E o que é a classe de promoção?
Troféu Nacional Promoção de Montanha 1300cc é reservado exclusivamente a condutores que participem em viaturas da Categoria 1, com uma cilindrada igual ou inferior a 1300cc3. Estes pilotos podem participar com uma licença desportiva Regional. Existirá a classificação absoluta do TNPM independente de todas as outras, com prémios até ao 5º classificado. Para que as provas deste troféu sejam pontuáveis, é necessário o número mínimo de 3 concorrentes, caso isso não aconteça aplica-se o regulamentado para esse tipo de situação (pontuação em função do numero de inscritos).

- Com este regulamento e principalmente com a nova classe de promoção esperam-se certamente novos pilotos…
Nós esperamos que apareçam mais pilotos, principalmente jovens pilotos ou pilotos que nunca competiram e que agora, com custos mais baixos e com viaturas idênticas, possam animar um troféu e iniciarem-se num desporto onde poderão depois seguir outros voos com mais experiencia.
Existem muitas viaturas que podem correr neste troféu como Toyota Starlet, e Yaris, Ford Fiestas, Citroen AX, Fiat Uno e tantas outras que estão guardadas em garagens, sem qualquer uso e que poderão com um custo muito baixo proporcional aos pilotos uma experiencia fantástica e que será uma grande escola para poderem depois passar para categorias mais altas.

- Para quem acompanha este campeonato: o que vai o público poder ver em 2013?
Penso que vai ver novos carros que até agora têm estado guardados nas garagens, porque este regulamento contempla todo o tipo de viaturas; vai ver mais competitividade, mais participantes e certamente um melhor espectáculo em pista. Esperamos ainda maior animação antes e durante as provas, com muita mais abertura dos pilotos e zonas de assistência ao público, em resumo espero que possa ver um Campeonato de Montanha cada vez melhor.

Pedro Salvador na Penha de Mitsubishi

Um Mitsubishi Lancer Evo VI é o carro em que o Campeão Nacional de Montanha em título, vai alinhar na prova de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha (CPM).

Inicialmente apenas era previsto que Pedro Salvador iniciasse a época na Rampa da Falperra, no entanto um desafio lançado pela C.A.M., fez com que os planos iniciais sofressem alterações: o objectivo desta participação é apenas contribuir com a minha presença no início de um campeonato que se espera, venha a ser muito participado, competitivo e bem promovido. Vou sem expectativas de resultados e apenas para me divertir e divertir o público presente.

Na Falperra, de 10 a 12 de Maio, vai acontecer a estreia do Wolf GB 08, com que Pedro Salvador vai alinhar nas restantes provas, com o objectivo de renovar o título. Recordamos que mais uma vez possui os apoios dos Cafés Meltino e da SEUR Transportes.

BERNARDO SOUSA COM RÁPIDA ADAPTAÇÃO AO FIESTA RRC

 
No final do primeiro dia do SATA Rallye dos Açores, Bernardo Sousa e Hugo Magalhães colocaram o Ford Fiesta RRC, carro que estrearam nesta prova, no quinto lugar da classificação geral absoluta, a 13,6 segundos atrás do actual líder, o polaco Robert Kubica.

Com o mau tempo a marcar presença na prova insular que pontua para o Europeu de Ralis da FIA, a etapa de hoje acabou por ser encurtada pela organização e integra a etapa de amanhã, mantendo-se a ordem de partida utilizada no dia de hoje.

Com poucos quilómetros realizados e com os cinco primeiros tão próximos, tudo está em aberto numa prova tão longa e exigente como é este rali dos Açores, sendo que o principal ponto a reter no dia será a rápida habituação demonstrada por Bernardo ao seu novo carro.

Segundo o piloto Madeirense “este carro é uma verdadeira evolução relativamente aos S2000, e a utilização do turbo neste motor implica fazer algumas alterações na forma de pilotar um carro que conheço bastante bem, e esse trabalho ainda não está completo e podemos andar mais rápido, mas hoje era importante entrarmos com algumas cautelas, que acabaram por ser até em demasia, pois na primeira classificativa perdemos mais do que esperava, mas felizmente, tudo está em aberto e estamos dentro dos objectivos.”

“Foram poucos quilómetros hoje mas deu para perceber que podemos lutar pelos lugares da frente no rali. A prioridade é vencer no Campeonato de Portugal, tal como aconteceu em Fafe, quero troço a troço conhecer melhor o carro, e tudo o que vier por acréscimo será bem-vindo. Contas fazem-se no final e quero pontuar nos Açores.”

“Para já estou bastante satisfeito com a nossa prestação e com o carro que esteve perfeito. Agora penso já no dia de amanhã, num rali que é conhecido por ser muito complicado e traiçoeiro, e onde será muito importante estamos concentrados a cem por cento para não sermos surpreendidos. Estamos focados nos nossos objectivos.”

O piloto apoiado pela Quinta do Lorde, MEO, Brisa Maracujá e Publinsular ocupa neste momento a segunda posição nas contas do Nacional de Ralis, a 3,1 segundos do actual campeão em título e piloto local, Ricardo Moura que joga em casa nesta prova do Europeu.

A equipa regressa amanhã para disputar 8 provas especiais de classificação, num total de 94,9 quilómetros cronometrados, sendo de realçar a dupla passagem pela mítica classificativa da Lagoa das Sete Cidades um dos ex-líbris da região mas igualmente um dos tradicionais palcos de decisão neste rali.

Luis Mota: “Tudo pronto para o arranque do Sata Rallye”


Depois da boa experiencia em 2012, o piloto do Cartaxo Luís Mota não quis faltar a mais uma edição do Sata Rallye Açores, marcando presença nesta importante prova pontuável para o novo campeonato da Europa ERC e para o CPR – Taça de Ouro.

O piloto da Competisport irá alinhar num Mitsubishi EVO VIII habitualmente utilizado por Ricardo Moura, indo inserido na equipa MotorCompetição.

O piloto navegado por André Mota está confiante, onde o seu principal objetivo é mesmo desfrutar deste rali, apesar das condições atmosféricas não estarem a ajudar nada o Rali.

No momento a equipa com o número 27 está apostos para o primeiro dia de prova, que sofreu algumas alterações devido às fracas condições atmosféricas que estão a deixar os pisos de terra em muito mau estado.

Pela frente segue-se ainda mais dois dias de prova, com o rali a terminar apenas no sábado, num total de 19 especial de classificação.

Paulo Moreira «Boa evolução no asfalto!»


Depois do duro teste no Rally de Portugal, a Mr Team prosseguiu este passado fim-de-semana em Alfena com a realização da terceira ronda do Campeonato Open de Ralis, numa prova que esteve sobe a responsabilidade do Clube Aventura do Minho.

O Rali de Alfena decorreu em pisos de asfalto, num género de traçado até favorável ao Opel Corsa OPC, com zonas muito rápidas.

A dupla, sempre com o objetivo de evoluir no asfalto, conseguiu ter uma prestação muito positiva, conseguindo registar bons cronos e perdendo apenas nas zonas mais técnicas para os melhores duas rodas motrizes.

Como nos refere Paulo Moreira “ Esta foi uma prova que preparamos muito bem o rali, conseguimos fazer um bom reconhecimento dos troços e isso permitiu entrar com bastante motivação para a prova.

Os troços eram bastante rápidos, algo bom para o Corsa, pois temos muita velocidade de ponta, mas nas zonas mais técnicas, onde precisávamos de uma rápida recuperação, esta caixa que dispomos não ajuda muito e perdíamos aí algum tempo para os primeiros”.

O piloto navegado por Marco Macedo salienta ainda que “ Acho que fizemos um bom rali, andamos num bom ritmo, o carro esteve excelente, neste traçado sei que era difícil ir mais além, mas o mais importante é que estamos confiantes e expectantes como será agora já no Rally Santo Thyrso, onde vamos estrear a nova caixa que nos vai permitir tirar muito mais rendimento ao motor”.

Paulo Moreira e Marco Macedo terminaram o Rally de Alfena na 10º posição no COR 2 RM, conseguindo subir ao pódio no novo Troféu Rally Car Maxi, sendo os terceiros.

A próxima prova será o Rallye Santo Thyrso, onde a equipa irá alinhar com uma nova caixa de velocidades, de forma a testar também já par o Rallye Cidade de Guimarães.