16 de abril de 2013

Nuno Almeida: "Andar o que o carro nos permitir"


Depois da boa prestação no Rallye Serras de Fafe, a prova de abertura do Campeonato Open de Ralis, Nuno Almeida prossegue já este próximo sábado com a realização do Rali de Alfena, prova a cargo do Clube Aventura do Minho.

A prova em pisos de asfalto será assim a terceira ronda do Open, contando ainda para o Campeonato Regional Ralis Norte, neste caso a segunda prova.

O piloto de Ermesinde volta a ter a seu lado Pedro Barbosa, num rali que apesar de ser algo desfavorável ao Fiat Punto HGT, a dupla pretende voltar a impor o mesmo andamento do Serras de Fafe, tentando garantir o melhor resultado possível entre os carros de apenas duas rodas motrizes.

Como nos salienta o piloto “Vamos entrar com a mesma confiança de sempre. Tentar ser fortes ao longo de todo rali e andar aquilo que o carro nos permitir. No asfalto, o Punto não é tão competitivo como nos pisos de terra, mas não vamos baixar os braços e vamos dar o nosso melhor para chegar a um bom resultado sobretudo entre os carros das duas rodas motrizes, quer no Open, quer no Regional e também ser os melhores na nossa classe”.

Com apenas uma prova disputada esta época, a dupla apoiada por Saroni – UOMO, Loureiro & Jacinto, Auto 2002 – Chapa e Pintura e António Amortecedores, ocupa no momento o quarto lugar no Campeonato Regional Ralis Norte 2 RM, enquanto no COR 2 RM são os décimos classificados. O Rali de Alfena disputa-se apenas no sábado, com os concorrentes a efetuar uma dupla passagem pelos troços de Alfena, Agrela, Vila da Luz e Maia, num total de 115,06 quilómetros, entre os quais 54,24 em contra-relógio. O Pódio final está previsto para as 19h31 em Alfena.

Luís Bastos ausente no Rali de Alfena


O líder do Campeonato de Portugal Júnior de Ralis, Luís Bastos já confirmou a sua ausência na próxima prova que terá palco este sábado em Alfena.

O jovem piloto de Celorico de Basto teve um início de época em grande plano, vencendo as duas provas do Campeonato Júnior, destacando-se ainda na geral absoluta do Open de Ralis 4 RM, provando que é sem duvida uma das jovens promessas nesta modalidade.

Contudo e por falta de apoios, Luís Bastos não estará presente na prova em pisos de asfalto, estando no momento a reunir esforços para se manter no ativo e assim manter-se na luta pelo titulo do Júnior que no momento liderada destacadamente.

“No Inicio da época tínhamos apenas confirmado estas provas iniciais. Infelizmente por falta de apoios não vou poder estar presente no Rali de Alfena. Não vou baixar os braços e vou tentar continuar a trabalhar no meu projeto e reunir apoios para estar presente prova a prova e lutar pelo titulo do Campeonato Júnior”, salientou o piloto do Mitsubishi EVO V.



Mais informações e fotos em: facebook.com/LuisBastosRallyPage

SFR Motorsport em Alfena com António Rodrigues e Pedro Fins


A SFR Motorsport prossegue a sua temporada desportiva com mais uma edição do Rali de Alfena, prova do Clube Aventura do Minho, agora pontuável para o Campeonato Open de Ralis.

Na prova em pisos de asfalto, a equipa volta a contar com as duplas António Rodrigues e Jorge Carvalho e Pedro Fins e Sérgio Rocha, ambos em Peugeot 206 Gti.

Depois do regresso às competições no Rali Cidade Castelo Branco, António Rodrigues volta a centrar os seus objetivos no Desafio Modelstand, competição onde garantiu a primeira vitória da época. Como nos salientou o piloto de Murça “A nossa prioridade passa por tentar lutar mais uma vez pela vitória no desafio modelstand, e se possível, fazer um bom resultado à geral, para amealharmos o maior número pontos no campeonato das 2RM.

Depois do excelente resultado que alcançamos no Rali Cidade de Castelo Branco, estamos motivados e confiantes para este rali, contando com a equipa SFR Motorsport, que nós tem entregue sempre um carro competitivo e fiável”. António Rodrigues e Jorge Carvalho ocupam no momento a 3ª posição no Open de Ralis 2 RM, sendo os 4º no troféu.

Pedro Fins e Sérgio Rocha centram os seus objetivos essencialmente em terminar. Depois dos azares nas duas primeiras provas, o piloto quer por fim de vez aos abandonos e voltar aos bons resultados, essencialmente nos pisos de asfalto, onde já provou ser bastante competitivo.

"Vamos encarar esta prova como se fosse a primeira do ano. Para nós esta é a primeira de seis finais que ainda faltam. Estamos conscientes da responsabilidade que temos a partir de agora, mas confiantes num bom resultado. Infelizmente já não podemos deitar fora mais nenhum Rali até ao fim, por isso é preciso amealhar os primeiros pontos, e quantos mais conseguirmos melhor. Neste Rali iremos ter um número bastante mais alto do que habitual, devido ao facto de ainda não termos pontuado esta época, e só espero que esse factor não condicione a nossa prova como já aconteceu no passado”, concluiu o piloto de Viana do Castelo.

O Rali de Alfena vai para a estrada no sábado de tarde, com as equipas a efetuar uma dupla passagem pelos troços de Alfena, Agrela, Vila da Luz e Maia. No total serão 115,6 km, com 54, 24 destes a ser disputados em troços cronometrados. O pódio final está previsto para as 19h31 em Alfena.

Pilotos SFR Motorsport no Rali de Alfena:

Nº 8 António Rodrigues/Jorge Carvalho – Peugeot 206 Gti – COR 2 RM/ Desafio Modelstand

Nº 30 Pedro Fins/Sérgio Rocha – Peugeot 206 Gti COR 2 RM/ Desafio Modelstand

Luis Mota: “Pó condicionou resultado”


Como vem sendo habitual nas últimas edições, o Rali de Portugal Open é um grande desafio para todas as equipas que nele alinham, sobretudo pelos troços extensos e de alguma dureza dos pisos, que obriga os pilotos a gerir bem a sua prova de forma às mecânicas das viaturas aguentarem.

Na presente edição da prova do Automóvel Clube de Portugal, os concorrentes do Open disputaram apenas o dia de sábado, fazendo uma dupla passagem pelos troços de Vascão e Loulé.

Luís Mota e Alexandre Ramos partiram bastante motivados para a prova, conseguindo tirar toda a competitividade do Mitsubishi EVO IV neste tipo de piso, terminando a primeira passagem pelos troços na terceira posição, a apenas algumas décimas do segundo.

Nos dois últimos troços, o objetivo era tentar manter um lugar entre os três primeiros, mas a dupla acabou por ver a sua tarefa dificultar-se quando o concorrente que os antecedia furou e rodou num ritmo lento.

Num troço com mais de vinte quilómetros e com as equipas a partir de minuto a minuto, o piloto do Cartaxo rodou muitos quilómetros no meio do pó, com muito pouca visibilidade, acabando por perder muito tempo.

Com esta situação acabaram por descer a quarto, num rali que acabou por ser muito positivo, já que o principal objetivo da equipa era participar e divertir-se, pois tratou-se de uma prova extra-campeonato.

Luís Mota e Alexandre Ramos prosseguem com o Rali de Alfena, prova pontuável para o Campeonato Open de Ralis e Campeonato Regional Ralis Norte.

Gil Antunes: "Apesar da desistência, a prova foi espetacular!"


O Automóvel Clube de Portugal levou para a estrada mais uma edição do Rali de Portugal Open, prova esta que se disputou apenas no sábado, com os concorrentes a fazer uma dupla passagem pelos troços de Vascão e Loulé.

A dupla de Sintra Gil Antunes e Diogo Correia acabaram por não terminar da melhor forma o duro rali, já que após a segunda especial foram obrigados a abandonar a prova.

A equipa do Opel Astra Gsi entrou bem na prova, obtendo um bom crono à geral e dominando as duas rodas motrizes, isto apesar de um problema no motor não lhes permitir rodar a 100%.

Como nos salienta Gil Antunes, “Entramos bem na prova, acima de tudo com o intuito de dar espetáculo e desfrutar destes troços. Logo na primeira especial o motor falhava em algumas zonas, inclusive numa passagem pela ribeira de Vascão, desligou-se e perdemos bastante tempo para conseguir voltar a coloca-lo a trabalhar. Apesar de tudo estávamos na frente das duas rodas motrizes, mas na especial seguinte, perdemos todo o óleo da suspensão traseira e para não danificar mais material optamos por terminar mais cedo a nossa prova. No caso de ser uma prova pontuável para um qualquer campeonato, ainda fazíamos o esforço de levar o carro até ao final e terminar o rali, mas aqui a nossa participação era apenas para nos divertir, pelo que não havia necessidade de sacrificar ainda mais a mecânica do carro”.

Gil Antunes prossegue já esta semana com o Rali de Alfena, competição pontuável para o Campeonato Open de Ralis 2 RM e Desafio Modelstand, onde o piloto de Aruil lidera ambas, após as duas primeiras provas.

BRAÇO DE SUSPENSÃO TRAVA MEIRELES

Pedro Meireles e Mário Castro estiveram presentes no rali de Portugal com o intuito de amealhar mais quilómetros ao volante do Skoda Fábia mas infelizmente a dupla do Team Vianauto / Galp Fórmula teve de renunciar ao rali ainda a meio do segundo dia de prova devido á quebra de um braço de suspensão.

Apesar da falta de testes antes da prova Meireles estava “motivado para andar depressa e tentar um bom resultado. Tinha-mos a noção de que sem testes e sem um set-up base, muito dificilmente conseguiríamos ter um carro competitivo no ínicio do rali, mas sendo esta uma prova longa e dura tudo poderia acontecer e poderíamos mesmo sair do Algarve com uma vitória para o CPR”, e acrescenta ainda que “no primeiro dia não conseguimos acompanhar o andamento do Moura nem do Bruno precisamente por a afinação do carro não ser a ideal. Para complicar ainda mais, nesse dia não havia parques de assistência entre as especiais para que pudéssemos fazer as devidas alterações e então restou-nos terminar o dia, tentando perder o menos possível”.

Para o segundo e ultimo dia de prova no que ao CPR dizia respeito, Meireles e Castro esperavam andar bem mais rápido depois de algumas alterações na afinação do Skoda, e “conseguimos fazê-lo. Entramos bem no primeiro troço do dia ainda que o skoda não estivesse com a afinação ideal e beneficiamos do furo do Ricardo Moura para ficarmos na frente dos Portugueses. Tentamos manter o Ricardo atrás de nós mas sem arriscar muito pois queríamos fazê-lo apenas na última secção”.

Já com o Skoda perto de uma afinação ideal, Meireles procurava então impor-se a Ricardo Moura na última secção do dia e repetir a vitória de 2011 e 2012 no CPR, mas a meio da especial de Santana da Serra e numa altura em que os tempos intermédios da cronometragem oficial do rali lhe davam já uma significativa vantagem, “ partiu o braço de suspensão da roda de trás direita e foi impossível continuar até ao fim. Ficamos tristes por esta desistência mas ao mesmo tempo contentes porque sentimos uma grande evolução e adaptação ao carro durante o rali”.

Com a ausência nos Açores, a equipa começará desde já a preparar a fase de asfalto do campeonato onde quer tentar a sua primeira vitória do ano e manter vivas as esperanças da conquista do título absoluto.

Marco Ferreira vence 2RM no Vodafone Rally de Portugal - Open


Depois da estreia em 2012 no Vodafone Rally de Portugal, Marco Ferreira voltou a estar à partida do principal evento motorizado em Portugal, desta feita navegado por Edgar Gonçalves, com a dupla a conquistar a vitória entre os Duas Rodas Motrizes do Open, neste que foi um evento conjunto com o Mundial de Ralis.

Segundo o piloto de Santiago do Cacém, este “foi um resultado extraordinário, mas algo inesperado, pois sabíamos que a concorrência era muito forte, e a prova longa e extremamente dura para o nosso Citroen Saxo”.

Marco Ferreira contou que a dupla fez “uma prova sem pressão, e sem comparar tempos com os nossos adversários. Foi um rali que fizemos com o intuito de nos divertirmos, de evoluir a técnica de condução e de melhorar o comunicação entre piloto e navegador. Aplicámos sempre um bom ritmo mas com bastantes cautelas, pois os troços tinham zonas bastante traiçoeiras."

Sobre a forma como correu o rali, o piloto apoiado pela Tudóptica, Consulnear, JBJF, TransmissãoSado e ENI disse-nos que “o objectivo passava por andar rápido e em segurança. Fizemos os dois primeiros troços sem problemas, mas percebemos logo que a dureza dos troços se iria faze sentir bastante, e na assistência, no estádio do Algarve, foi possível perceber que o Saxo já tinha algumas mazelas, mas que foram prontamente reparadas pelos mecânicos da nossa equipa, a TransmissãoSado Rally Team, a quem deixo um agradecimento pelo excelente trabalho realizado”.

“Depois arrancámos para as segundas passagens confiantes e apostados em continuar no nosso ritmo, mas com o piso cada vez mais degradado pelas passagens dos WRC’s, apresentando muitas zonas rochosas, e com o entardecer, as coisas ficaram mais complicadas. Ao fim de poucos quilómetros começámos a apanhar o pó do concorrente que saía à nossa frente e foi muito difícil andar nessas condições. No último troço voltámos a apanhar muito pó, e com a noite a cair, a visibilidade era muito reduzida, o que nos levou a abrandar o ritmo para manter o carro na estrada. Com estas condições fomos praticamente dois minutos mais lentos por troço, ainda assim, chegámos ao final bastante contentes com o resultado, que curiosamente só soubemos momentos antes da entrega de prémios”, continuou Marco Ferreira.

15 de abril de 2013

Bernardo Sousa de Fiesta RRC nos Açores

Após a excelente vitória de Bernardo Sousa no Rali Serras de fafe ao volante de um Peugeot 207 S2000, Bernardo Sousa surpreendeu agora com a sua presença nos Açores ao volante de um RRC, neste caso um Ford Fiesta.
"Iremos competir no Sata Rally Açores no final deste mês com um Ford Fiesta RRC. Estou bastante animado para este novo desafio. Certamente será um grande desafio", comentou o piloto madeirense no seu facebook.

Sem dúvida uma excelente notícia que irá permitir aumentar a competitividade e o interesse desportivo no Sata Rali dos Açores, prova que estará na estrada no final do mês de abril.
Fonte:Ralisonline

14 de abril de 2013

Sebastian Ogier faz hattrick no Rali de Portugal

Fonte:Ralisonline
O derradeiro dia do Rally de Portugal, ainda trouxe algumas surpresas no top 10 e a confirmação do domínio da Volkswagen, numa etapa em que tinha um troço com mais de 50 quilómetros percorrido por duas vezes.

Sébastien Ogier preveu o pior quando sentiu alguns problemas na embraiagem do Polo durante a manhã mas o francês resolveu tudo na assistência, foi o mais rápido na Power Stage e venceu o Rally de Portugal pela terceira vez.

Jari-Matti Latvala foi terceira na Power Stage mas, perdeu muito tempo com problemas de transmissão durante a manhã, caindo para a terceira posição por troca com Mikko Hirvonen.
Evgeny Novikov e Nasser Al-Attiyah limitaram-se a levar os dois Ford até ao fim, num rally que não correu nada bem à M-Sport.

Andreas Mikkelsen furou um pneu na Power Stage mas, conseguiu manter a sexta posição na sua estreia no Rally de Portugal e no primeiro rally com o Volkswagen.
Martin Prokop beneficiou do abandono de Dennis Kuipers antes da derradeira especial, para subir à sétima posição final, na frente de um "super" Mads Ostberg que recuperou quatro posições no derradeiro dia, vencendo hoje mais 3 troços e ainda a segunda posição na Power Stage.

Khalid Al Qassimi perdeu a oitava posição para Ostberg na Power Stage mas, de qualquer forma, conseguiu terminar nos pontos, na frente de Esapekka Lappi, o grande vencedor do WRC-2.

Bryan Bouffier também venceu com grande vantagem, o WRC-3 e o troféu Citroën, num excelente 13º lugar da geral, ficando ainda na frente do melhor carro da Production Cup que foi Nicolas Fuchs.

Bruno Magalhães conseguiu levar o Peugeot até ao final dos troços mas não até final do rali, perdendo a posição de melhor português já na ligação. Não fosse o problema com um fio do alternador no primeiro dia, Magalhães teria certamente terminado próximo da décima posição. Devido a esta desistência Miguel Barbosa foi mesmo o melhor português no Rali de Portugal, numa prova que lhe recolheu de feição.

LÍDERES DO RALLY:
Sébastien Ogier (Pec 1); Mads Ostberg (Pec 2); Sébastien Ogier (Pec 3 a 15)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Sébastien Ogier (5); Mads Ostberg (4); Dani Sordo (2); Mikko Hirvonen (1); Jari-Matti Latvala (2)

POWER STAGE
1º Sébastien Ogier; 2º Mads Ostberg; 3º Jari-Matti Latvala

PILOTO DO RALI
Sebastien Ogier

MOMENTOs DO RALI
Desistência do Ostberg e de Sordo

MENOS DO RALI
Mikko Hirvonen

Classificação Final:

JOÃO FERNANDO RAMOS DESISTE COM O FINAL À VISTA

A sorte não esteve do lado da dupla de pilotos João Fernando Ramos e José Janela, que viram a sua participação no Rally de Portugal terminar a meio da penúltima classificativa da prova, quando o seu Mitsubishi Lancer EVO X ficou sem tração.

A equipa ocupava nesse momento o quarto posto entre os concorrentes nacionais e estava bem próximo de cumprir o seu principal objectivo de terminar mais uma vez esta prova, sendo que João Fernando Ramos tem a particularidade de ser o único piloto nacional que esteve presente em todas as edições do Rally de Portugal desde o ano de 2001, bem como o único com um programa já delineadopara este ano no Mundial de Ralis para além da prova nacional.

Depois dos problemas sentidos na primeira etapa, a equipa regressou ao rali no Sábado, conseguindo ultrapassar as dificeis classificativas propostas pelo ACP, que segundo o piloto natural da Lousã “foram das mais duras especiais que já tive de enfrentar, com o piso muito seco, muita pedra solta, extremamente escorregadio, traiçoeiro e demolidor para a mecânica do carro, em que muitas vezes não percebíamos como era possível o mesmo aguentar os abusos que durante todo o rali lhe íamos infligindo.”

“Neste último dia, durante a manhã conseguimos superar o maior desafio, a classificativa de Almodôvar com mais de 52 quilómetros, e depois da última passagem pelo parque de assistência sabíamos que estávamos muito perto de conseguir o objectivo de terminar, mas mais uma vez fica provado que em ralis não há planos perfeitos, e que os problemas podem surgir a qualquer momento, aliás, como aconteceu a todas as equipas Portuguesas, pois nenhuma consegui cumprir o rali sem problemas. Fomos evoluíndo o andamento ao longo da prova e isso deixa-me satisfeito e quanto ao objectivo que mem ove a continuar a fazer ralis, o mesmo foi amplamente cumprido pois mais uma vez a diversão e a boa disposição foram uma constante.”

“Apesar do magnífico trabalho da nossa equipa de assistência, a RMC que mais uma vez nos deu um carro fantástico, a dureza das especiais não facilitou a nossa tarefa, e apesar dos carros serem preparados para enfrentar essas dificuldades, não resistem a tudo e é preciso ter também um pouco de sorte. Agradeço à equipa o trabalho realizado e a dedicação demonstrada e estaremos de volta ao mundial de ralis em Espanha, na Catalunha.”

“Uma palavra final para o ACP com uma enorme felicitação pelo rali que colocaram na estrada, e não tenho dúvidas em afirmar que estará entre os melhores do mundo, e outra palavra para o imenso público que esteva nas classifiactivas em que creio que este ano se bateram recordes, pois esteve bastante mais preenchido que em edições anteriores.”

A equipa conta esta época com o apoio do Banco BIC, MEO, Licor Beirão, Lousã, Tsunami, Delta Cafés, Pneus Kumho, Resul, Blue Bus, Douroazul e Marina de Albufeira.

Fernando Peres o mais forte no Open

 
Fernando Peres não deixou os seus créditos por mãos alheias e levou de vencida a competição reservada ao Open que, tal como sucedeu nos ano anterior, acompanhou o Vodafone/Rally de Portugal, como extra campeonato. 


O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplanto Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”. 


Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a segundo, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis:

“O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, o derradeiro lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: 


“Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas conseguir terminar”, esclarecia. Luis Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.
Fonte:Autosport

13 de abril de 2013

Ricardo Moura mais uma vez sem sorte

Na verdade o Vodafone Rally de Portugal não é uma prova onde o Bicampeão de Portugal de Ralis seja totalmente feliz. Este ano Ricardo Moura teve um arranque brilhante nas cinco primeiras especiais da prova, dominando o primeiro dia do rali, não só entre os pilotos portugueses, mas também ao nível de todos os concorrentes do Agrupamento de Produção, averbando inclusivamente melhores tempos que muitas equipas com carros mais evoluídos, terminando a etapa num fantástico 15º lugar da classificação geral.

Mas hoje o dia começou da pior maneira para Ricardo Moura e António Costa. Na primeira passagem pelo demolidor troço de Santana da Serra, um furo começou por atrasar a equipa, que no entanto viria a recuperar a liderança entre os portugueses nas duas especiais seguintes. Mas as marcas ficaram e o chassis do Mitsubishi Lancer Evo IX começou a deteriorar-se. Na segunda passagem por Santana da Serra o chassis acabou por partir e o abandono tornou-se inevitável.
“Mais uma vez termino o Rally de Portugal mais cedo do que desejava. Acho que não ficaram dúvidas em relação à nossa rapidez e à eficácia da equipa, mas o azar acabou por chegar, depois de um arranque de prova que podemos considerar brilhante. Hoje, no início de Santana da Serra 2, a carroçaria do nosso Mitsubishi não aguentou mais a dureza da prova e acabou por se partir em dois pontos vitais para a ancoragem da suspensão. Ainda conseguimos terminar a especial, mas já não deu para continuar em prova”; afirmou, naturalmente desolado, Ricardo Moura.

Ficou, mais uma vez, uma imagem positiva do Bicampeão de Portugal de Ralis, que ontem conseguiu um dia perfeito, mas que hoje viria a abandonar um rali onde não tem tido sorte. Uma despedida pouco feliz para o Mitsubishi Lancer Evo IX, antes da estreia do novo Skoda Fabia S 2000 que irá acontecer no Sata Rallye Açores entre 24 e 27 de Abril.


A ARC Sport esteve mais uma vez presente no Vodafone Rally de Portugal no apoio a Ricardo Moura e António Costa. A dedicação total demonstrada por toda equipa de Aguiar da Beira ao longo da prova, terminou mais cedo do que se previa.

“Este é na verdade um rali onde o Ricardo Moura se pode queixar da sorte. Depois de uma prestação fabulosa no primeiro dia, não merecia o azar que teve hoje. Pelo nosso lado, tudo fizemos para que as coisas corressem da melhor maneira, mas os ralis estão carregados de imprevistos. Vamos continuar a trabalhar com o mesmo entusiasmo e dedicação, a pensar já nos Rali dos Açores dentro de quinze dias”, concluiu Augusto Ramiro.

Ogier lidera no final de um dia muito duro

Foto: MGR SportFoto
Concluido o 2º dia do Vodafone Rali de Portugal, o lider é Sebastian Ogier, o Francês está na liderança do rali desde o 1º dia de prova onde era seguido por Dani Sordo, que hoje teve uma saida de estrada e o deixou de fora, passando agora para o segundo lugar o Finlandês Jari-Matti Latvala que terminou o 2º dia atrás do seu colega de equipa por 34,8 segundos.
Como já dissemos acima Dani Sordo teve uma saida de estrada que danificou a roda traseira do seu DS3 WRC.
Quanto aos portuguêses, o lider era Ricardo Moura mas com problemas no seu Mitsubishi viu-se forçado a abandonar. No inicio de Santana da Serra 2 a carroçaria do Mitsubishi Evo IX do açoriano não aguentou e partiu-se em 2 pontos chave de ancorarem da suspensão. O piloto ainda terminou a especial, mas foi impossível continuar.
 O outra asarado entre os portuguêses foi Pedro Meireles que se após o abandono de Ricardo Moura tomava a liderança entre os portuguêses, mas tambem ele se viu forçado a abandonar após uma quebra do braço de suspensão do Skoda Fabia S2000.
Fiquem com a classificação geral no final do segundo dia.

11 de abril de 2013

Dani Sordo o mais rapido no Shakedown

Depois do bom resultado obtido no WRC Fafe Rally Sprint, que foi o "aperitivo" ao Rali de Portugal, Dani Sordo não baixou os braços e venceu a Qualifyingstage.
Sordo completou os 4,98 km da especial em 3m01,618s, batendo os Volkswagen de Sébastien Ogier por 0,700s e de Jari-Matti Latvala por 0,855s.

Qualifying Stage - Rali de Portugal:

1º Dani Sordo Citroën DS3 WRC 3m01,6s; 2º Sébastien Ogier Volkswagen Polo WRC a 0,7s; 3º Jari-Matti Latvala Volkswagen Polo WRC a 0,8s; 4º Mads Ostberg Ford Fiesta WRC a 0,9s; 5º Mikko Hirvonen Citroën DS3 WRC a 1,3s; 6º Evgeny Novikov Ford Fiesta WRC a 1,6s; 7º Thierry Neuville Ford Fiesta WRC a 2s; 8º Andreas Mikkelsen Volkswagen Polo WRC a 6s; 9º Khalid Al Qassimi Citroën DS3 WRC a 6,6s; 10º Nasser Al-Attiyah Ford Fiesta WRC a 6,6s; 11º Martin Prokop Ford Fiesta WRC a 7,8s; 12º Michal Kosciuszko Mini John Cooper Works WRC a 10,4s; 13º Dennis Kuipers Ford Fiesta WRC a 12,2s.

Ordem na estrada para o primeiro dia do Vodafone Rally de Portugal:

1º Dennis Kuipers Ford Fiesta WRC
2º Michal Kosciuszko Mini John Cooper Works WRC
3º Martin Prokop Ford Fiesta WRC
4º Khalid Al Qassimi Citroën DS3 WRC
5º Nasser al-Attiyah Ford Fiesta WRC
6º Andreas Mikkelsen Volkswagen Polo WRC
7º Thierry Neuville Ford Fiesta WRC
8º Evgeny Novikov Ford Fiesta WRC
9º Mikko Hirvonen Citroën DS3 WRC
10º Mads Ostberg Ford Fiesta WRC
11º Jari-Matti Latvala Volkswagen Polo WRC
12º Sébastien Ogier Volkswagen Polo WRC
13º Dani Sordo Citroën DS3 WRC

WRC - Shakedown Rallye du Portugal 2013

10 de abril de 2013

Mikko Hirvonen: “Se queremos lutar pelo triunfo temos de estar totalmente concentrados nos reconhecimentos”

Mikko Hirvonen, piloto oficial da equipa Citroën, cumpriu ontem o primeiro dia de reconhecimentos, com o finlandês especialmente concentrado nas novidades, como a especial Loulé, “que é feita no sentido inverso”, afirmou o finlandês. “Estes dois dias são muito importantes. Se queremos lutar pelo triunfo, temos de estar totalmente concentrados durante os reconhecimentos. Sem isso, é impossível alcançar um bom resultado,” concluiu Hirvonen.

Citroen apresentou DS3 R5

 A Citroen racing apresentou hoje no parque de assistência do Rali de Portugal o novo Citroen DS3 R5.
Na ocasião da apresentação da Citroen Top Drive, de que hoje demos conta aqui no site dos campeões, e que decorreu esta tarde junto ao Estádio Algarve, a Citroen mostrou o novo recruta que irá substituir o RRC.
Ainda numa fase muito inicial de desenvolvimento, apenas foam dadas a conhecer poucos detalhes sobre o carro, ficando ara já a conhecer o exterior deste novo modelo francês.
Fonte:Ralisonline

9 de abril de 2013

HARLEM SHAKE - Rallye Edition @ Fafe - Confurco - One of the biggest? Ma...

RICARDO MOURA VAI TRIPULAR UM SKODA FABIA S 2000 NO SATA RALLYE AÇORES


Está confirmada a presença de Ricardo Moura ao volante de um Skoda Fabia S 2000 na próxima edição do Sata Rallye Açores, que se realiza nos próximos dias 25 e 26 de Abril.

O Bicampeão de Portugal de Ralis vai assim poder competir na sua ilha ao volante de um carro bastante mais evoluído.

“Estou muito feliz com esta oportunidade. Foi um sonho que se realizou!”, afirmou Ricardo Moura.

“Para já só posso garantir que estarei presente em São Miguel ao volante deste Skoda. Mais pormenores serão divulgados brevemente, pois agora a prioridade será o Vodafone Rally de Portugal, onde estarei presente ao volante do habitual Mitsubishi Lancer Evo IX”, concluiu o piloto açoriano, Campeão de Portugal de Ralis.

Marco Ferreira de novo no Vodafone Rally de Portugal



O Vice-Campeão Regional Sul de Ralis volta a marcar presença no Vodafone Rally de Portugal – Open, prova que servirá para fazer mais quilómetros com o Citroen Saxo.

Depois de em 2012 ter participado pela primeira vez na prova, este ano o piloto de Santiago do Cacém volta a apostar no Rally de Portugal, contando desta feita com a navegação de Edgar Gonçalves, numa prova que terá quatro provas especiais de classificação na etapa de sábado.
  
“Primeiro espero não ter problemas, pois o ano passado tivemos problemas eléctricos, que conseguimos resolver durante a prova, e este ano também foram problemas eléctricos na origem da nossa desistência na primeira prova do Regional Sul”, começou por dizer Marco Ferreira

O piloto apoiado pela Tudóptica, Consulnear, JBJF, TransmissãoSado e ENI disse-nos ainda que “o primeiro objectivo passa por fazer um bom rali, com um ritmo vivo, mas sem excessos. É uma prova longa, composta por mais de noventa quilómetros cronometrados e muitos mais quilómetros em ligação, portanto vamos encontrar uma prova com maior extensão do que é hábito, mas a motivação é alta, pois vamos estar inseridos numa prova que pontua para o Mundial de Ralis”.

Marco Ferreira contou ainda que sabe “que tipo de prova tivemos o ano passado, pelo que nos deixa com algum receio do que podemos encontrar este ano, em particular as passagens de água, assim como a dureza dos pisos e ainda algumas zonas mais traiçoeiras. De qualquer forma, vamos para rodar e fazer mais quilómetros como o saxo, até porque vou ter um novo navegador comigo nesta prova, o Edgar Gonçalves, e vamos procurar divertir-nos. Esta é uma prova onde estão os melhores do Mundo e é uma oportunidade excelente para dar ainda maior visibilidade aos nossos patrocinadores, pois esta é uma prova que conta com uma moldura humana enorme”.