3 de abril de 2012

Crónicas de João Silva


Olá amigos,

Decidi passar a palavras a minha primeira incursão na WRC Academy, agora que é tempo de reflectir em tudo o que se passou na última semana, absorver o importante, compreender o que correu mal e seguir em frente, isto depois de uma estreia que ficou aquém das minhas expectativas. Quero assim partilhar convosco todas as histórias, sabores e dissabores da nossa participação no Vodafone Rally de Portugal.

Como muitos sabem, passei os últimos meses a preparar a minha entrada na WRC Academy, lutando contra o desinteresse das entidades, para conseguir ser o primeiro português na academia, sanando uma lacuna gritante na formação dos jovens pilotos portugueses. Os patrocinadores não apareceram como merecia, e só com o apoio familiar consegui concretizar a minha entrada.

Logo de início percebi que o nível de exigência ia ser muito elevado, e no estágio na M-Sport tive a confirmação. Conheci os principais adversários, assisti a diversas palestras e formações importantes, e fiquei maravilhado com esta nova realidade. Voltei para Portugal e nunca mais esqueci o que tinha aprendido. Dediquei-me todos os dias à minha estreia, com treino físico, treino psicológico e alimentação. Perdi 6 kg, de um plano que prevê perder mais 15kg ao longo da época. Dei por mim motivado e concentrado no objectivo de não defraudar as expectativas de quem me apoia.

O meu orçamento da época é ainda limitado, e por esse motivo tive de cancelar a ida ao Sata Rally dos Açores e ao teste privado de pré-época, para poupar o máximo de dinheiro. Neste aspecto por mais que quisesse não comecei bem.

Entretanto, depressa chegou o momento de arrumar as malas e seguir para o Algarve. O ACP ajudou-nos dentro do possível e convidou-me para estar presente no Rali Sprint de Fafe. Mas de novo tive de recusar pois não podia alugar um carro para tal.

Cheguei ao Algarve no Domingo anterior à nossa prova e no Estádio Algarve reunimo-nos com os responsáveis da M-Sport e restantes concorrentes. O ambiente era fabuloso, todos entusiasmados com o início da época. Verificações documentais e outras burocracias tratadas, e seguimos para formação com o Chris Patterson, navegador do Solberg, sobre reconhecimentos e planeamento dos ralis. Dei por mim a fazer imensas perguntas, sinal positivo do meu desembaraço, mas algo negativo pois já devia saber tanto como os outros.

Nos dois dias seguintes tivemos os reconhecimentos. Dois dias inteiros no carro, com horários apertados, e com a responsabilidade de não falhar em nada, pois o rali dependeria disso. Correu bem, não tivemos percalços, conseguimos reconhecer tudo e o sentimento era encorajador.

Na quarta-feira, dia de testes, e logo pela manhã fomos os primeiros a ir para a estrada. Encontramos o piso muito seco, duro e ainda sujo. Fiz algumas alterações nas suspensões, e aos poucos já me sentia mais à vontade. O teste durou 4 horas, mas só conseguimos fazer 50 quilómetros, pois era um teste colectivo. Muito pouco para quem desconhecia o carro por completo.

Mas isso não interessava, tínhamos que manter a motivação e confiança em alta, e fazer bem o nosso trabalho para colmatar essa inexperiência. Durante a tarde, avaliação da nossa condição física com o PT da M-Sport, e surpreendentemente, eu e o José fomos dos melhores. Terminamos com 18 e 19 pontos respectivamente, quando por exemplo o sueco que mais classificativas venceu no rali, terminou com 12,5 pontos. Após este treino exaustivo, tivemos uma formação em primeiros-socorros com os médicos da FIA, que sem dúvida será muito importante reter.

E lá chegou o dia da estreia - cinco horas da manhã acordamos e apanhamos o autocarro da Academia rumo a Lisboa - uns dormiam, outros falavam, mas eu só conseguia rever os vídeos on-board dos treinos, para me familiarizar com os troços da noite, como me foi aconselhado na formação. Chegamos a Lisboa pelas 11horas, reconhecemos como é tradição a especial em carrinhos de golfe, e seguimos para uma sessão fotográfica junto ao Padrão dos Descobrimentos. Após essa sessão, fui convocado para a conferência de imprensa da FIA, onde respondi com naturalidade a diversas questões em inglês.

Nem deu tempo para almoçar, e começamos o rali, como primeiro na estrada na especial de Lisboa, diante do nosso público, que gritava e aplaudia as nossas passagens orgulhosamente. Fiquei muito emocionado pelo carinho e afecto que senti em Lisboa, mas acima de tudo pelo reconhecimento do nosso esforço por estar ali a representar Portugal.

Com pouco tempo para uma ligação tão extensa, só tive tempo de acenar e agradecer a todos os presentes, com pena de não ter sido autorizado a levar a nossa bandeira na asa do Fiesta. Seguimos pela A2 rumo ao Alentejo, devagarinho para poupar o combustível, sempre com o olhar atento do Lucas, comissário da FIA, que foi a nossa “sombra” em todo o lado.

Chegando a Ourique, mudamos os pneus e reabastecemos o carro, para uma espera de 7 horas no reagrupamento enquanto chegavam os pilotos da frente um por um. Foi aí que tudo mudou, e começou a chover. Com os carros em parque fechado, pouco podíamos fazer e percebemos que as restantes equipas estavam a planear adaptar os seus carros a essas condições, mas eu não sabia bem por onde começar e decidi apenas amaciar os amortecedores da frente, no pouco tempo de ligação disponível.

A primeira especial a sério, bem como as seguintes, foram realizadas debaixo de muita chuva, visibilidade reduzida, numa noite de tempestade. O carro reagia a todos os ressaltos, e não lidava bem com os pisos escorregadios. A minha confiança foi ainda mais abalada, quando as notas davam mais destaque ao ritmo, do que ao ângulo da curva, o que me fazia saber como entrar na curva… mas não para onde apontar. Problema que vem de trás, pois em Portugal temos um dia livre de treinos, que nos permite reconhecer as especiais diversas vezes e memorizar algumas secções essenciais em cada troço. Aqui isso não acontece! Tentei apenas chegar ao final do dia, mas ainda assim não evitei uma saída de estrada no último troço, quando ao abordar uma esquerda 3, não defini uma ligeira direita, e induzido em erro, entrei numa esquerda… com um posto rádio! Fiquei preso na berma por uns 4 minutos, até que os espectadores, aos quais agradeço imenso, nos ajudaram a retomar o percurso.

Terminou o pior dia de rali que alguma vez tinha vivido! - achava eu. 

No dia seguinte, tudo era igual, chuva, lama, e desta vez nevoeiro. As duas primeiras especiais foram inacreditáveis. Era muito difícil manter-nos nas trajectórias e saber para onde apontar o carro. Os pilotos da frente estavam encostados ao longo de todo o troço e nós só pensávamos em chegar ao fim. Com alguma sensatez a organização cancelou as restantes especiais. Ainda assim ficamos atascados na ligação e fomos finalmente rebocados pela organização até ao asfalto.

Com o dia a terminar mais cedo, foi tempo de repensar em tudo o que se tinha passado, pois estávamos a perder imenso tempo para os mais rápidos, o que nunca é agradável. Na revisão do carro deparamo-nos com o acelerador electrónico descalibrado, que apesar de não ser o nosso principal problema, não nos deixava acelerar e utilizar o motor na sua total magnitude. Depois confrontamos o engenheiro com o nosso set-up e ele aconselhou-nos a dar uma volta drástica no mesmo, e lá amaciamos o carro por todo. 

Quando chegamos ao último dia do nosso rali, finalmente o tempo ajudou, e com as alterações feitas no carro a nossa confiança começou a voltar. Conseguimos fazer as restantes três especiais sem problemas, num ritmo interessante, sem poder aspirar a subir na classificação sem problemas dos adversários. A diferença nos tempos era muita e o ritmo dos da frente era impressionante.

Terminamos o rali no oitavo lugar e como terceiros melhores estreantes. Não foi o que tínhamos imaginado, mas foi o possível tendo em conta tudo o que se passou. Neste momento sei onde falhei e porque fui batido, e isto é o principal para poder saber onde actuar para melhorar.

Sei que não tenho o melhor sistema de notas e não tenho o conhecimento necessário do carro e dos pisos de terra. Até somos tecnicamente bons, mas nos ralis… só isso não chega. Vamos precisar de crescer, fazer mais e melhor para estarmos ao nível que é exigido. Este trabalho é meu, piloto, e do José Janela, navegador, pois a nossa experiência e títulos em Portugal é importante, mas de pouco serve lá fora.

Como é óbvio, só se fossemos talentos fora do normal, poderíamos chegar, ver e vencer. Mas não somos. Somos uma equipa motivada e trabalhadora, que olha para os desafios de frente, e não se refugia atrás de ninguém e em campeonatos mais acessíveis. Sabemos de onde vimos e para onde queremos ir, e a nossa coragem e ousadia é o que mais nos distingue.

Obrigado a todos os que nos apoiam e partilham os nossos valores. Corremos por nós e por vós.

Até a Grécia, com um abraço!

João Silva

MISSÃO CUMPRIDA PARA A EQUIPA RTP


Terminou há pouco o Rally de Portugal, uma prova marcada pela instabilidade atmosférica que acabou por colocar dificuldades adicionais a todas as equipas, com a chuva surgir por diversas vezes, modificando drasticamente as condições de aderência das classificativas em terra do Algarve e Baixo Alentejo.
João Fernando Ramos e Jorge Carvalho lograram terminar a prova sem problemas de maior, com o Mitsubishi Lancer EVO X da RMC a primear pela fiablidade, um dos factores a ter em conta pois muitas das equipas que alinharam à partida tiveram de enfrentar muitas contrariedades.
Para o Jornalista e piloto, “este foi um rali muto duro, com muita lama, nevoeiro e zonas extremamente traiçoeiras que nos levaram ao limite. Tentar andar depressa era muitas vezes sobreposto pela necessidade de manter o carro dentro dos limtes das classificativas o que nem sempre foi fácil, mas felizmente, chegamos ao final e diverti-me imenso.”
“Houve momentos difíceis, principalmente na terceira secção da prova na Sexta~feira em que mesmo para um carro de tracçãointegral as dificuldades foram iensas. Não me recordo de ter feito uma prova tão exigente como esta.”
“Estou satisfeito, tivemos também alguma sorte com as escolhas de pneus, e o material que a Khumo nos disponibilizou cumpriu com distinção. O último rali de terra que fiz foi há quase um ano atrás, precisamente no Rally de Portugal, e como tal, atingimos o ritmo que nos foi possível, mas terminar mais uma vez esta aventura anual que não dispenso, foi o melhor prémio.”
A Equipa RTP pontuou nas duas jornadas do Campeonato de Portugal de Ralis, tendo terminado na 29ª posição da geral absoluta, e foram quintos por entre as equipas nacionais que terminaram esta etapa do Campeonato do Mundo de Ralis. A próxima prova da equipa será o Rali Centro de Portugal, pontuável para o Nacional de ralis.

Videos: WRC Vodafone Rally de Portugal 2012


2 de abril de 2012

WRC 2012 Rd.4: Vodafone Rally de Portugal

SS12 Vascao WRC Portugal Day 3, Teodosio Crash

Pec Noturna de Santa Clara, ditou fim do rali para Loeb


Highlights - 2012 WRC Rally Portugal - Best-of-RallyLive.com

Leg 3 Highlights - 2012 WRC Rally Portugal - Best-of-RallyLive.com

Leg 2 Highlights (Fords crash) - 2012 WRC Rally Portugal - Best-of-Rally...

Leg 1: Loeb's crash - 2012 WRC Rally Portugal - Best-of-RallyLive.com

Super Stage - 2012 WRC Rally Portugal - Best-of-RallyLive.com

WRC Portugal 2012 | Crash Tänak

Mikko Hirvonen desclassificado, Ostberg é o vencedor


Mikko Hirvonen e Jarmo Lehtinen foram desclassificados desta edição do Vodafone Rally de Portugal, depois de terem concluído a prova na primeira posição no final das 22 classificativas.

A decisão dos Comissários Desportivos surgiu na sequência do relatório apresentado pelos Comissários Técnicos que detetaram situações não conformes com a ficha de homologação do Citroen DS 3 WRC. 

O teor do comunicado dos Comissários Desportivos é o seguinte:

«Os comissários após a sua reunião decidiram:

1. Que a embraiagem montada no carro nº 2 não está em conformidade com a Ficha de Homologação A5733 e por isso excluem o carro nº 2 da classificação do evento.

2. Que o turbo (turbina) montado no carro nº 2 parece não estar em conformidade. No entanto, os Comissários suspendem a decisão nesta matéria e pedem ao Delegado Técnico da FIA para proceder a um exame mais detalhado, ficando a aguardar esse relatório para uma futura decisão.

Recorda-se que o concorrente tem direito a apelo.»

Com base nesta decisão foi publicada uma nova classificação, na qual Mads Ostberg e Jonas Andersson (Ford Fiesta WRC) foram declarados vencedores.

No entanto, essa classificação ficou suspensa uma vez que a marca francesa decidiu apelar da decisão dos Comissários Desportivos.

28 de março de 2012

Jari Matti Latvala vence Qualifying Stage

Jari-Matti Latvala começou o Rali de Portugal na frente, já que foi o mais rápido no Qualifying, realizado esta manhã.

 Assim, o piloto finlandês poderá escolher agora qual será a posição em que irá partir para os troços de quinta-feira.

Aqui fica já a orden de partida para Quinta-Feira.

 

27 de março de 2012

Ford World Rally Team - WRC Fafe Rally Sprint 2012

Video: Testes Qatar World Rally Team - Nasser Al-Attiyah

Fafe Rali Sprint- Galeria de Fotos





























JOÃO FERNANDO RAMOS E JORGE CARVALHO DE REGRESSO NO RALI DE PORTUGAL



O jornalista e piloto João Fernando Ramos está muito confiante para esta prova onde marca mais uma vez presença. Jorge Carvalho mantém-se na função de co-piloto e a dupla tripulará este ano um Mitsubishi Lancer Evo X da equipa RMC.
Com os reconhecimentos já em curso, João Ramos afirma que “ponderámos muito na escolha da equipa e de todos os parceiros para conseguirmos um rali tranquilo e ganhar alguma competitividade. Estamos prontos para enfrentar este desafio!”
 “Nas passagens feitas hoje tenho de destacar o trabalho feito na conservação dos pisos do rali que estão absolutamente irrepreensíveis, fruto do trabalho da organização do rali que mais uma vez nos vai dar seguramente um rali que ombreia com os melhores do mundo. Este é um momento que todos ao anos aguardo com imenso prazer e expectativa e estou ansioso pelo início do rali. ”
Quanto ao resto da época, o piloto afirma que “contamos estar presentes em pelo menos mais duas provas do campeonato, as nossas pretensões são sempre modestas mas como tem sido hábito, a nossa regularidade permite-nos normalmente pontuar e garantir bons resultados finais, e assim será de novo este ano, sem pressão de objectivos a não ser a diversão e prazer que retiramos dos ralis.”
A equipa irá utilizar pneus Kumho depois dos ensaios extremamente positivos feitos na época passada - “Fiquei agradavelmente surpreendido com o desempenho dos Kumho e esta é uma aposta na qualidade  e na fiabilidade que já demonstraram ter, para uma prova tão dura como o é o Rally de Portugal.”
O Mitsubishi irá utilizar gasolina GALP e a equipa volta a ter a sua base na Marina de Albufeira. São este ano parceiros a MEO, Tsunami, Douro Azul, Resul, Delta cafés, Licor Beirão, Lousã-Terra de Emoções, Galp e Kumho Tyres.

26 de março de 2012

Video: WRC Fafe Rally Sprint 2012 HD

Loeb/Elena em Fafe World Rally Sprint 2012

PEDRO FINS COM MINI-PROGRAMA NA VELOCIDADE


CAMPEONATO DE PORTUGAL DE CLÁSSICOS – LOTUS ELAN 26R
PEDRO FINS COM MINI-PROGRAMA NA VELOCIDADE

Pedro Fins e o Lotus Elan 26R vão estar esta época de novo presentes em algumas provas de velocidade. A Rampa da Falperra e o Circuito do Algarve, a contar para a Taça de Portugal, serão as provas onde poderemos ver o Lotus em acção.

A Rampa da Falperra a 19 e 20 de Maio volta a contar para o Europeu de Montanha, sendo uma das provas nacionais mais mediáticas e que conta sempre com muito público, "A Rampa da Falperra é para mim quase obrigatória ! Gosto muito da prova e estou praticamente à porta de casa, para além de esta ser das provas de estrada com mais público a assistir."

Depois de conquistar o Campeonato em 2010 e duas Taças de Portugal em 2010 e 2011,  Pedro Fins volta defender a Taça na categoria CPCC/H71 na prova do Algarve que vai receber também a caravana do WTCC, no fim de semana de 2 e 3 de Junho, “e embora este ano seja no Algarve, acho que vale a pena o esforço, primeiro porque está integrada num excelente fim de semana que é o WTCC, e depois porque a venci nestes últimos dois anos."

Mais informações em www.anpac.pt e no site oficial do piloto em www.pedrofins.com.

INÍCIO DA AVENTURA DA FIA WRC ACADEMY PARA JOÃO SILVA

João Silva está em contagem decrescente para o arranque da FIA WRC Academy, competição integrada no
Campeonato do Mundo de Ralis e que visa fomentar o aparecimento de jovens valores no panorama dos ralis
Mundial, sendo que em 2012 esta competição terá um atractivo especial com a inclusão do piloto Português no
lote de equipas seleccionadas.
O jovem piloto Madeirense e actual Campeão Nacional de Ralis de duas rodas motrizes fará no Rali de Portugal a
sua estreia nesta competição, de novo tendo a seu lado o experiente navegador José Janela, dando mais um passo
na sua carreira com a internacionalização do seu projecto.
A sete dias do arranque, a equipa desdobra-se nos derradeiros preparativos, sendo que no próximo Domingo
terão já início os primeiros procedimentos administrativos, bem como uma acção de formação da WRC Academy
sobre notas de andamento e planeamento de ralis, ministrada por Chris Patterson, versado navegador que agora
acompanha Petter Solberg num dos Forda Fiesta WRC da equipa oficial.
Para João Silva “Com o aproximar da hora de partida, o tempo começa a escassear pois temos imensos detalhes
de última hora que precisam de ser tratados, e se a isso juntar as actividades da WRC Academy já previstas,
terei muito pouco tempo para ficar ansioso com a estreia o que será bom.”
“Temos tentado reunir todas as condições necessárias, e estamos extremamente motivados para o rali.
Domingo deixamos de ter agenda própria e vamos entrar numa semana louca, onde tempo livre não existe.”
Já sobre as suas aspirações, o piloto afirma que pretende “dar continuidade ao meu trajecto nos ralis da melhor
forma possível mas não estabeleço qualquer objectivo de vitória para esta primeira prova, mas vou dar o meu
melhor como sempre fiz até aqui. Quero sim tentar equiparar-me aos nossos adversários directos, alguns deles
já com bastante experiência, e ver onde nos posicionamos no final. Temos do nosso lado o factor de jogar em
casa, num rali que já conheço e acima de tudo, perante o público português. Trata-se de uma responsabilidade
acrescida, mas quero tirar partido do arranque ser em Portugal para tentarmos estar ao melhor nível já na
Grécia o que será decisivo para a continuidade no FIA WRC Academy.”

Citroen Rally Team em Fafe World Rally Sprint