E terminou da melhor forma o Campeonato Open de Ralis para a MR Team, que conseguiu ter no Rali de Baião uma grande prestação com o Opel Corsa OPC, isto apesar de a prova não ter sido nada fácil para os pilotos devido ao estado muito escorregadio dos troços e ao muito nevoeiro que se abateu naquela zona.
Paulo Moreira e Marco Macedo partiram para a prova dispostos a conseguir alcançar um pódio entre os carros de duas rodas motrizes, pois essa é a sua principal luta. Sempre com um bom ritmo de prova e com redobrada atenção a possíveis “ratoeiras” nos troços a dupla foi conseguiu manter-se sempre dentro dos seus objetivos, acabando por terminar o rali num excelente sexto lugar da geral, vencendo a sua classe e terminando no terceiro lugar entre os carros de apenas duas rodas motrizes.
Como nos adiantou o piloto “Foi um bom rali para nós. Conseguimos nos enquadrar bem com o traçado, apesar de este não ter sido um desafio nada fácil, impusemos um andamento bom, sem correr demasiados riscos e os tempos foram aparecendo. O carro este em pleno, a Monteiros Competições mais uma vez fez um excelente trabalho e desta forma terminamos um ano muito produtivo com uma merecida vitória na classe e pódio nas 2 RM”.
No primeiro ano do Opel Corsa OPC, todo o trabalho de desenvolvido está já a ser compensado, com a equipa a conseguir mostrar bons resultados, numa altura onde há ainda muito por onde evoluir. “Foi um final de época muito bom. Obrigado ao Marco Macedo, Monteiros Competições e a todos os patrocinadores. Um especial agradecimento ainda ao Daniel Ribeiro pelo apoio ao longo das provas”, conluiu o piloto do Montijo.
Mais info e fotos em: http://www.facebook.com/mrteamrallye
28 de novembro de 2012
Pedro Silva Vice Campeão no Regional Nordeste!
Baião foi o palco da última prova do Campeonato Open de Ralis e do Campeonato Regional Ralis Nordeste, em mais uma edição do Rali de Baião.
Para a dupla de Guimarães Pedro Silva e Rui Ribeiro estava ainda em jogo a disputa do título mas à partida da prova tinham já noção que não seria fácil debater-se com o seu principal adversário que dispunha de um bom 4x4.
Como nos salienta o piloto “entrei com muito receio ao piso, que tinha zonas muito escorregadias devido à chuva que caiu durante a noite. Fui ganhando confiança durante o troço de Aboboreira 1, mas já depois do meio do troço não evitamos um pião, precisamente devido à lama, o que me deixou ainda mais inseguro o que se refletiu no tempo desse troço e também em Queimada 1”.
Com a vinda à assistência e os pisos a ficarem mais secos, a equipa do Citroën Saxo arrancou bem mais motivada para as segundas passagens, mas devido ao enorme atraso do rali partiram para as duas especiais já de noite.
“Devido às neutralizações, o rali atrasou muito e já se disputaram os troços seguintes de noite, onde eu tenho grandes dificuldades devido a um problema oftalmológico... Poderíamos ter minorado o problema usando a calandra de faróis, mas não a levamos montada e tivemos ainda nevoeiro bastante denso em Baião 1 durante o troço quase todo, em que tivemos enormes dificuldades e que nos fez perder imenso tempo” adiantou ainda o vimaranense.
A última especial do rali voltou a não ser fácil “pois em Queimada 2 já não tínhamos nevoeiro, mas continuamos a ter problemas de visibilidade, pois os médios do carro estavam bastante baixos e os máximos altos demais, o que levava a que nas rectas andasse de máximos e ao chegar às curvas mudasse para médios. Com todas estas condicionantes, optei por seguir em ritmo lento de modo a chegar ao final do rali, pois se terminássemos conseguíamos garantir o vice-campeonato, mas não deixamos de nos livrar de um susto, quando apanhamos duas ovelhas "estacionadas" em pleno troço, o que nos forçou a parar e esperar que se desviassem para podermos passar sem as atropelar”.
Após as quatro especiais realizadas Pedro Silva e Rui Ribeiro ascenderam ao 3º lugar final no Regional Nordeste, sendo os 22º no Campeonato Open de ralis. Em termos de Campeonato conseguiram assegurar o segundo lugar final, num justo prémio para equipa que apesar de ter alguns percalços durante a época e de dispor de um carro bem inferior ao dos seus adversários, nunca baixou os braços e conseguiu assim repetir o resultado de 2011.
”Resta-me agradecer este vice-campeonato a toda a equipa de assistência, patrocinadores e amigos que nos acompanharam durante o ano, pois sem eles nada disto teria sido possível. Gostava de ter ganho o campeonato, o que infelizmente não foi possível, mas conseguir de novo o vice-campeonato no regional nordeste foi ótimo na mesma e queria dedicá-lo inteiramente ao meu pai, que está já há uns meses com problemas graves de saúde e não pode acompanhar grande parte da época por causa disso. Este é para ti, pai!”
Para a dupla de Guimarães Pedro Silva e Rui Ribeiro estava ainda em jogo a disputa do título mas à partida da prova tinham já noção que não seria fácil debater-se com o seu principal adversário que dispunha de um bom 4x4.
Como nos salienta o piloto “entrei com muito receio ao piso, que tinha zonas muito escorregadias devido à chuva que caiu durante a noite. Fui ganhando confiança durante o troço de Aboboreira 1, mas já depois do meio do troço não evitamos um pião, precisamente devido à lama, o que me deixou ainda mais inseguro o que se refletiu no tempo desse troço e também em Queimada 1”.
Com a vinda à assistência e os pisos a ficarem mais secos, a equipa do Citroën Saxo arrancou bem mais motivada para as segundas passagens, mas devido ao enorme atraso do rali partiram para as duas especiais já de noite.
“Devido às neutralizações, o rali atrasou muito e já se disputaram os troços seguintes de noite, onde eu tenho grandes dificuldades devido a um problema oftalmológico... Poderíamos ter minorado o problema usando a calandra de faróis, mas não a levamos montada e tivemos ainda nevoeiro bastante denso em Baião 1 durante o troço quase todo, em que tivemos enormes dificuldades e que nos fez perder imenso tempo” adiantou ainda o vimaranense.
A última especial do rali voltou a não ser fácil “pois em Queimada 2 já não tínhamos nevoeiro, mas continuamos a ter problemas de visibilidade, pois os médios do carro estavam bastante baixos e os máximos altos demais, o que levava a que nas rectas andasse de máximos e ao chegar às curvas mudasse para médios. Com todas estas condicionantes, optei por seguir em ritmo lento de modo a chegar ao final do rali, pois se terminássemos conseguíamos garantir o vice-campeonato, mas não deixamos de nos livrar de um susto, quando apanhamos duas ovelhas "estacionadas" em pleno troço, o que nos forçou a parar e esperar que se desviassem para podermos passar sem as atropelar”.
Após as quatro especiais realizadas Pedro Silva e Rui Ribeiro ascenderam ao 3º lugar final no Regional Nordeste, sendo os 22º no Campeonato Open de ralis. Em termos de Campeonato conseguiram assegurar o segundo lugar final, num justo prémio para equipa que apesar de ter alguns percalços durante a época e de dispor de um carro bem inferior ao dos seus adversários, nunca baixou os braços e conseguiu assim repetir o resultado de 2011.
”Resta-me agradecer este vice-campeonato a toda a equipa de assistência, patrocinadores e amigos que nos acompanharam durante o ano, pois sem eles nada disto teria sido possível. Gostava de ter ganho o campeonato, o que infelizmente não foi possível, mas conseguir de novo o vice-campeonato no regional nordeste foi ótimo na mesma e queria dedicá-lo inteiramente ao meu pai, que está já há uns meses com problemas graves de saúde e não pode acompanhar grande parte da época por causa disso. Este é para ti, pai!”
27 de novembro de 2012
Rali de Baião marcou regresso de João Bessa!
Depois de um ano paragem o jovem piloto de Baião João Bessa voltou às competições alinhando na última ronda do Campeonato Open de Ralis, o Rali de Baião.
A correr em casa, o piloto recorreu novamente aos serviços da SFR Motorsport, alinhando na prova com um Peugeot 206 Gti, tendo a seu lado Daniela Rodrigues, numa experiência nova para ambos e que já estava prometido desde a última edição da prova.
Num rali onde as condições meteorológicas não ajudaram em nada os pilotos, a dupla partiu para a prova essencialmente centrados em terminar, ganhar ritmo de prova e claro divertir-se.
Como nos refere João Bessa “Com o tempo que estava sabíamos que íamos encontrar os troços muito escorregadios e optamos por entrar com cautelas, até porque seria a primeira vez que íamos estar em contacto com este carro, depois de um ano de paragem e não queríamos cometer erros logo no inicio. Fizemos os dois troços iniciais sem abusar, onde tudo acabou por correr bem”.
Depois da ida à assistência, e com os troços bem mais secos, a equipa partiu assim bem mais motivada e confiante, apostando num ritmo que lhes permitisse subir mais algumas posições. Com os atrasos do rali, devido a duas neutralizações acabaram por partir para os dois últimos troços já de noite, contando ainda com muito nevoeiro que lhes obrigou a rodar num ritmo bastante cauteloso.
“Arrancamos para as segundas passagens já de noite e aquando da nossa passagem deparamo-nos com nevoeiro mesmo cerrado, onde tivemos que ter muitas cautelas e pouco depois parte de algum nevoeiro tinha já levantado, daí termos feito um péssimo tempo nesta especial, mas os ralis são mesmo assim. No ultimo troço, voltamos a sentir a falta da calandra e da pouca luz que o carro tinha, onde não foi possível mesmo efectuar melhor tempo que na primeira passagem. Num gancho acabei mesmo por não evitar um pião que nos fez perder ainda mais tempo, mas prosseguimos em prova e terminamos o rali, que era esse o nosso principal objetivo”, salientou o piloto do Peugeot 206 Gti.
Após as quatro especiais realizadas, o piloto apoiado por Casa das Hortas, From Ibiza Club, i + publicidade, Solimenta, Face, Jorge Amortecedores, Farmácia Barbosa, Restaurante Fonte-Nova, Pensão Borges, Be Chic, Canastra Doce, Dj Carlos Maia, Jorge Pinheiro acabou por concluir a prova na 17ª posição da geral, 11º na classe.
Por fim o piloto adianta ainda que “gostei de fazer o rali à noite, mas teria que o fazer com as condições mínimas, o que não se veio a verificar pois a falta de calandra e uns faróis com pouca luz, não deram grande segurança.
Foi um rali que soube a pouco, pois entramos "demasiado" à cautela e isso não era necessário pois os troços estavam muito bons para a prática do rali. Acabei por ficar um bocado desiludido com a minha participação pois sei que sou capaz de fazer melhor. Esperamos que para o ano o rali volte a ser realizado e que voltarei a fazer os possíveis para participar novamente. Penso que deveria ser feito numa data mais cedo, com bom tempo, e que a ideia dos troços nocturnos como antigamente, não é má de todo, pois segundo alguns pilotos, foi sensacional fazer os troços de noite”.
A correr em casa, o piloto recorreu novamente aos serviços da SFR Motorsport, alinhando na prova com um Peugeot 206 Gti, tendo a seu lado Daniela Rodrigues, numa experiência nova para ambos e que já estava prometido desde a última edição da prova.
Num rali onde as condições meteorológicas não ajudaram em nada os pilotos, a dupla partiu para a prova essencialmente centrados em terminar, ganhar ritmo de prova e claro divertir-se.
Como nos refere João Bessa “Com o tempo que estava sabíamos que íamos encontrar os troços muito escorregadios e optamos por entrar com cautelas, até porque seria a primeira vez que íamos estar em contacto com este carro, depois de um ano de paragem e não queríamos cometer erros logo no inicio. Fizemos os dois troços iniciais sem abusar, onde tudo acabou por correr bem”.
Depois da ida à assistência, e com os troços bem mais secos, a equipa partiu assim bem mais motivada e confiante, apostando num ritmo que lhes permitisse subir mais algumas posições. Com os atrasos do rali, devido a duas neutralizações acabaram por partir para os dois últimos troços já de noite, contando ainda com muito nevoeiro que lhes obrigou a rodar num ritmo bastante cauteloso.
“Arrancamos para as segundas passagens já de noite e aquando da nossa passagem deparamo-nos com nevoeiro mesmo cerrado, onde tivemos que ter muitas cautelas e pouco depois parte de algum nevoeiro tinha já levantado, daí termos feito um péssimo tempo nesta especial, mas os ralis são mesmo assim. No ultimo troço, voltamos a sentir a falta da calandra e da pouca luz que o carro tinha, onde não foi possível mesmo efectuar melhor tempo que na primeira passagem. Num gancho acabei mesmo por não evitar um pião que nos fez perder ainda mais tempo, mas prosseguimos em prova e terminamos o rali, que era esse o nosso principal objetivo”, salientou o piloto do Peugeot 206 Gti.
Após as quatro especiais realizadas, o piloto apoiado por Casa das Hortas, From Ibiza Club, i + publicidade, Solimenta, Face, Jorge Amortecedores, Farmácia Barbosa, Restaurante Fonte-Nova, Pensão Borges, Be Chic, Canastra Doce, Dj Carlos Maia, Jorge Pinheiro acabou por concluir a prova na 17ª posição da geral, 11º na classe.
Por fim o piloto adianta ainda que “gostei de fazer o rali à noite, mas teria que o fazer com as condições mínimas, o que não se veio a verificar pois a falta de calandra e uns faróis com pouca luz, não deram grande segurança.
Foi um rali que soube a pouco, pois entramos "demasiado" à cautela e isso não era necessário pois os troços estavam muito bons para a prática do rali. Acabei por ficar um bocado desiludido com a minha participação pois sei que sou capaz de fazer melhor. Esperamos que para o ano o rali volte a ser realizado e que voltarei a fazer os possíveis para participar novamente. Penso que deveria ser feito numa data mais cedo, com bom tempo, e que a ideia dos troços nocturnos como antigamente, não é má de todo, pois segundo alguns pilotos, foi sensacional fazer os troços de noite”.
26 de novembro de 2012
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